Me libertar dessa prisão corporal e mental será uma guerra fria entre a necessidade e a vontade.
A necessidade sou eu querendo viver minha vida do jeito que eu sou, algo que nas minhas ações em publico seria imoral.
E a vontade , essa sim é imoral. A personagem aqui é a sociedade, e essa vontade da própria em querer me moldar ou pelo menos tentar me moldar de acordo com que ela acha moral, certo.
Mas a minha necessidade de viver o que eu penso, o que eu sonho jamais fará com que eu me auto-sabote.
Vou viver sim e com vontade , porém com a minha vontade de vida. Porque eu estou cansada de tudo de errado que acontece ser culpa minha, cansada das desconfianças e desses olhares resabiados. Não me arrependo de ser como eu sou, e nem desejo ser diferente.
Se Chiva me fez assim, assim serei.
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