Não era qualquer borboleta, esta tinha as asas azuis com traços divinamente em prata, propriamente uma obra do " Louvre" , e fazia com que Juliana continuasse a manter o olhar fixo.
Depois de olhar a borboleta angelical por alguns instantes a linda moça resolve seguir a borboleta , sentia que o pequenino inseto não chamara sua atenção a toa, sabia que a linda borboleta era portadora de alguma mensagem. Alguns metros percorridos e em ecos se ouve o esbravejo de Juliana:
- Tu não olha por onde andas, guri ?
Ao cruzar seu olhar com o do "guri" em questão, se sente sem ar , pernas bambeiam e os olhos brilham acompanhados de um sorriso. E em uma sincronia perfeita Juliana e o "Guri" olham para a borboleta (que está se direcionando para as nuvens) e dizem juntos:
- Obrigado!
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