Sem animo pra nada,
Viajava contra o tempo.
O destino sem questão,
Fazia o papel de vilão.
Na divindade,
Amar era o único Ludíbrio.
Portas de guarda-roupas,
Arreganhavam-se para o horizonte de meu refolho.
Meu refolho , meus objetos mimalho.
Na minha filosofia, argumentos baratos.
E nos meus pensamentos,
Falsas verdades.
Blusa cheirando a bebida,
Quarto a bagunçar idéias de uma perdida.
Movimento novo, com próprio estilo,
Onde sequer métricas e Poetas e críticos,
São capazes de decifrar.
Plumas e penas de um inconsciente,
São apenas confissões de uma falsa demente.
Nenhum comentário:
Postar um comentário